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Newsletter #4

Confira os destaques de nossa equipe dos acontecimentos da última quinzena (clique nos títulos para acessar as matérias completas).


Segundo a reportagem da Exame, “​​Em 35 anos, a mineração ilegal cresceu 1.217% em terras indígenas da Amazônia Legal”, sendo 309% desse crescimento relativo ao período entre 2018 e 2022. Diante desses dados e tendo em vista as 176 escavadeiras encontradas em terras Yanomamis, o GreenPeace faz apelo aos fabricantes dessas máquinas para que contribuam na luta contra o garimpo ilegal. Segundo a ONG, as empresas dispõem de tecnologia capaz de rastrear as máquinas, o que pode ajudar no combate ao garimpo ilegal.


Segundo reportagem da Folha de São Paulo, “Petrobras tenta perfurar poços na foz do Amazonas enquanto Minas e Energia anuncia expansão de investimentos em exploração”. Conforme declarado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), um de seus objetivos é tornar o Brasil o maior produtor mundial de petróleo (Saiba mais).


Na contramão do discurso do MME, foi anunciado pelo Ministério da Fazenda esta semana um “pacote verde” que consiste em um “plano de transição ecológica” por meio do qual o governo busca incentivar o mercado de carbono, energias limpas (através da produção de painéis solares) e ampliar a participação de produtos da floresta nas exportações (Saiba mais)


Confira reportagem sobre o "pacote verde" abaixo:




Estudo publicado pela Revista PNAS Nexus demonstra que as terras indígenas melhoram os meios de subsistência e protegem as florestas, bem como os direitos humanos. Ainda segundo a pesquisa “apesar de todas as dificuldades, a cada ano após a demarcação de uma Terra Indígena (TI) na Mata Atlântica, há um aumento de 0,77% na cobertura florestal da área, quando comparada com terras não regularizadas”.

Acesse o estudo completo aqui


Para combater as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade, a nova lei aprovada esta semana pelo Parlamento Europeu obriga as empresas a garantir que os produtos vendidos na União Europeia não tenham causado desmatamento e degradação florestal.


Uma nova onda de casos está ganhando força para proteger a Amazônia e eles diferem dos processos ambientais tradicionais de maneiras históricas


A reprimarização do setor econômico brasileiro e os impactos em diversas áreas em razão deste esvaziamento da indústria nacional. O agro e a mineração vem ocupando este vácuo de poder causando um atraso tecnológico nacional.


Foram lançadas iniciativas governamentais pela conservação, como a proibição à caça e campanhas em aldeias. As leis também foram fortalecidas para tornar praticamente ilegal capturar ou matar animais selvagens, mesmo quando eles estão envolvidos em situações de conflito com humanos.


As áreas visadas para restauração estão contidas em áreas protegidas do país, a saber, a Reserva da Biosfera Seaflower UNESCO, um arquipélago oceânico que se destaca por sua significativa importância ecológica e biológica, e o Parque Nacional Corales del Rosario e San Bernardo. Confira também o post no instagram.


Casa Branca diz solicitará valor ao Congresso. Em fevereiro, EUA aderiu ao fundo, destinado a combater o desmatamento, com US$ 50 milhões. Aumento ocorre após embates diplomáticos entre Washington e Brasília por falas de Lula sobre a guerra da Ucrânia em viagem à China.


Confira o relatório do WWF sobre os impactos ambientais proporcionados pela guerra entre Rússia e Ucrânia. A parte sombria e pouco divulgada pela mídia mainstream mas que deve ser amplamente divulgada para a população em razão do grande impacto proporcionado pela disputa.



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