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“Nossa casa está em chamas: ninguém é pequeno demais para fazer a diferença”


O livro “Nossa casa está em chamas: ninguém é pequeno demais para fazer a diferença” foi escrito pela família de Greta Thunberg e retrata sua trajetória antes e no início do movimento Fridays For Future.


A obra apresenta diversos dados e situações muito importantes relacionadas à crise climática, mas que passam despercebidas hoje em dia ou são completamente ignorados pela omissão das autoridades. Relata ainda as dificuldades e luta enfrentada pela família num contexto marcado por "pessoas esgotadas em um planeta esgotado", bem como desmente as várias falácias que foram disseminadas mundialmente com objetivo de atingir e enfraquecer a luta ambientalista de Greta (a exemplo do falso boato de que ela seria herdeira de um bilionário).


Alguns dos trechos que destaco são os seguintes:


"[...] o modelo econômico de hoje não será capaz de resolver a crise climática. e menos ainda a crise de sustentabilidade. ele precisa ser substituído" (p. 209).

"[...] não há soluções no sistema atual. tudo que precisamos fazer é começar a tratar a crise como uma crise" (p. 240).

"Os dez por cento mais ricos do mundo responder por metade de todas as emissões de gases do efeito estufa que atualmente consomem um dos nossos recursos naturais mais importantes: uma atmosfera equilibrada e funcional para nós. Com a taxa de emissão de hoje, esse recurso natural logo vai acabar, e o fato de que tão poucos de nós estejam cientes disso deve ser um dos maiores fracassos do Homo sapiens de todos os tempos". (p. 246)

"A metade pobre da população mundial é responsável por apenas dez por cento do total mundial de emissões de dióxido de carbono, e, se vamos destacar modelos exemplares, é provavelmente aí que os encontramos" (p. 246).

"[...] esta é a questão mais importante que a humanidade já enfrentou e que foi totalmente ignorada por mais de trinta anos" (p. 264).

"[...] o aumento das emissões não é coisa do acaso. É uma escolha consciente, e elas continuarão aumentando até decidirmos que nosso principal objetivo não é mais aumentar o crescimento econômico, mas reduzir radicalmente nossas emissões: fechar as gruas de óleo o mais rápido possível e nos adaptar à realidade para a qual os pesquisadores do mundo incondicionalmente nos encaminham" (p. 101).

"O poder do consumidor é formação de opinião, e não uma solução definitiva. [...] As soluções estão lá e funcionam muito bem, obrigada. Já existem fontes de energia renováveis como energia solar e eólica, já temos a oportunidade de iniciar uma extinção daquela ordem social baseada em energia fóssil. tudo segue adiante, mas as contribuições são muito lentas. muito devagar". (p. 154)

"Todo mundo parece acreditar que a tecnologia vai nos salvar. Mas as empresas de energia estão desacelerando o desenvolvimento, e nós, pessoas físicas, que temos a chance de levar o desenvolvimento a cabo, não damos sinais de acreditar na tecnologia. ou melhor: parece que não achamos que precisamos ser salvos" (p. 154).

Acompanhe a ativista via Twitter e Instagram: @GretaThunberg


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